Com o recuo do nível das águas do Guaíba, o número de pessoas em abrigos no Rio Grande do Sul também diminui. Da última sexta-feira (31/5) até este domingo (2/6), 2.267 pessoas deixaram os abrigos. Segundo registros da Defesa Civil estadual, o total de pessoas em abrigos neste domingo é de 37.328 pessoas, ante 39.595 pessoas cadastradas na sexta-feira.
Apesar da queda no número de pessoas que saem dos abrigos, não se sabe quantas permanecerão nos abrigos nos próximos dias. Em entrevista coletiva no mês passado, o vice-governador do estado, Gabriel Souza (MDB), disse:
“Não podemos prever em 30 dias quantos permanecerão em abrigos”. Ele tomou como exemplo as enchentes no Vale do Taquari entre setembro e outubro de 2023, quando 14,3% permaneceram em abrigos em um mês.
Como mostrado por Metrópoleso nível do Guaíba caiu ainda mais neste domingo e atingiu 3,49 metros às 7h15, na bitola da Usina da Gasologista, em Porto Alegre, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana).
Voluntários ajudam população após enchente do Rio Guaíba que alagou ruas da cidade de Porto Alegre no Rio Grande do Sul RS – Metrópoles
Voluntários ajudam população após enchente do Rio Guaíba que alagou ruas da cidade de Porto Alegre
Antonio Valiente/Anadolu via Getty Images

Vista aérea da destruição e rua submersa após fortes alagamentos atingirem Roca Sales calamidade pública alagamentos alagamentos fortes chuvas estado brasileiro Porto Alegre Rio Grande do Sul RS 2
Vista aérea da destruição e rua submersa após fortes enchentes no RS
Antonio Valiente/Anadolu via Getty Images

Vista aérea da destruição e rua submersa após fortes alagamentos atingirem Roca Sales calamidade pública alagamentos alagamentos fortes chuvas estado brasileiro Porto Alegre Rio Grande do Sul RS 2
Vista aérea da destruição e rua submersa após fortes enchentes no RS
Antonio Valiente/Anadolu via Getty Images)

Voluntários ajudam população após enchente do Rio Guaíba que alagou ruas da cidade de Porto Alegre no Rio Grande do Sul RS – Metrópoles
Antonio Valiente/Anadolu via Getty Images

homem é visto com água até a cintura após enchente do rio Guaíba inundar ruas da cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul RS – Metrópoles
Homem é visto com água até a cintura após enchente do Guaíba
Jefferson Bernardes/Getty Images

Pessoas são vistas com água até a cintura após enchentes do Rio Guaíba inundarem ruas da cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul RS – Metrópoles
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Pessoas são resgatadas de barco após cheia do Rio Guaíba alagar ruas da cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul RS – Metrópoles
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Moradores são resgatados por barcos após enchente no Rio Guaíba – Metrópoles
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Morador anda com colchão na rua após cheia do rio Guaíba – metrópoles
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Guaíba – Porto Alegre chove no Rio Grande do Sul
Inundação no RS
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No sábado, o lago ficou abaixo do nível de cheia (3,60 metros) pela primeira vez num mês, registando 3,56 metros.
O recuo sinaliza que houve retorno ao leito normal e, no momento, não há risco de transbordamento. Mesmo assim, o nível continua acima do nível de alerta, de 3,15 metros.
Neste ano de 2024, quando enchentes históricas atingiram o estado do Rio Grande do Sul, o Guaíba atingiu 5,35 metros no dia 5 de maio, superando em muito o recorde anterior, de 1941, quando atingiu 4,74 metros.
Rio Grande do Sul tem chuva fraca neste domingo. Na região metropolitana de Porto Alegre, o risco hidrológico é considerado “moderado” pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O baixo risco se deve à redução da onda de enchentes proveniente das bacias hidrográficas dos rios Jacuí, Taquari, Caí e Sinos, que estão acima do nível de alerta, mas em processo de queda.
Medidas do governo federal para habitação
Em maio, o governo federal anunciou a suspensão dos pagamentos dos beneficiários do Minha Casa, Minha Vida por seis meses nas cidades afetadas pelas enchentes. Além disso, o governo trabalhará para recuperar todas as casas danificadas que se enquadram nas faixas 1 e 2 do programa habitacional.
O ministro Paulo Pimenta, da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, destacou que em cada cidade o auxílio será prestado de forma diferente. “Já ordenamos o bloqueio de todos os imóveis que estavam prestes a ir a leilão no Banco do Brasil, Caixa Federal, Minha Casa, Minha Vida. Vamos fazer um chamamento público para quem quiser vender imóveis para que possam ser adquiridos”, disse no sábado (1/6).
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