A Câmara dos Deputados, que deveria ser um ambiente de debate político democrático, presenciou confusão entre os parlamentares no Conselho de Ética da última quarta-feira (5/6). Os ânimos dos parlamentares explodiram durante reunião que analisou denúncia contra o deputado André Janones (Avante-MG), suspeito de ter cometido “rachadinha”. O alvoroço desencadeou ações de lideranças da Casa Baixa, que estudam medidas para evitar novos episódios.
Depois da confusão, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), solicitou a um grupo técnico que fizesse um levantamento sobre possíveis alterações no regimento interno da Casa. Porém, até o momento, não há uma definição sobre o assunto.
O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), deve se reunir com os demais líderes da Casa para discutir o caso nos próximos dias.
Os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Zé Trovão (PL-SC) posicionaram-se atrás de Janones, que estava na primeira fila da sessão, e lançaram insultos ao deputado do Avante, que respondeu e chamou os deputados do PL de “gado”.
A situação ganhou força quando Nikolas e Janones ameaçaram atacar-se fisicamente. O presidente do Conselho de Ética, Leur Lomanto Júnior (União Brasil-BA), precisou acionar a Polícia Legislativa para intervir e conter os deputados.
Boulos
Conselho de Ética aprovou relatório de Guilherme Boulos (PSol-SP) em favor de Janones
Lula Marques/ Agência Brasil

Janones e Nikolas discutindo
Nikolas e outros deputados da oposição sentaram-se atrás de Janones na reunião do conselho
Lula Marques/ Agência Brasil

Nikolas discutindo com Janones
Nikolas e Janones participaram de discussão no Conselho de Ética
Lula Marques/ Agência Brasil

Zé trovão sendo segurado
Zé Trovão também entrou no caos e teve que ser contido pelo deputado Abílio Brunini
Lula Marques/ Agência Brasil

Zé trovão
A Polícia Legislativa foi chamada para conter os deputados
Lula Marques/ Agência Brasil
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Bate-papo na Câmara
A semana na Câmara dos Deputados também foi marcada por discussões entre parlamentares. A deputada Luiza Erundina (PSol-SP) passou mal nesta quarta-feira, ao defender o Projeto de Lei (PL) nº 1.156/2021, que dispõe sobre a identificação de locais de repressão política utilizados por agentes da ditadura militar (1964-1985). Na ocasião, Marco Feliciano (PL-SP) e Paulo Bilynskyj (PL-SP) defenderam a retirada do assunto da pauta.
Eu vejo o momento:
Erundina estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Brasília, mas já foi transferida para o quarto e apresenta quadro de saúde estável.
Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, a discussão foi liderada pelos deputados federais Coronel Fernanda (PL-MT) e Sâmia Bomfim (PSol-SP).
Sâmia chamou o deputado Ricardo Salles (PL-SP), que é relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/23, que torna crime o porte e posse de qualquer quantidade de drogas, de “traficante de madeira”. Foi quando o Coronel Fernanda assumiu a defesa do companheiro de partido e mencionou a morte de Diego Ralf de Souza Bomfim, irmão de Sâmia.
“Ela [Sâmia] Não concordar com o tema não lhe dá o direito de ofender qualquer deputado […] Se ela está lidando com traficantes de drogas, ela tem que lidar com pessoas do Rio de Janeiro que cometeram crimes gravíssimos e ela sabe de qual estou falando. Respeito é bom e gostamos”, afirmou o deputado Coronel Fernanda. O caso foi levado ao Conselho de Ética.
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