O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou nesta terça-feira (11.jun.2024) uma nova proposta para aumentar os salários dos técnicos das universidades federais para encerrar a greve que já dura mais de 2 meses. A proposta será analisada e deverá ser respondida no dia 13 de junho.
O Ministério da Gestão e Inovação nos Serviços Públicos se reuniu com representantes do Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores da Rede Federal de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico) e da Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Técnico-Administrativos do Ensino das Instituições de Ensino Superior do Brasil ) em Brasília e sugeriu reajuste médio de 29,6% em 3 anos. Esta é a 4ª proposta do governo para a categoria, veja como fica:
- 9% para todos os servidores públicos federais em 2023;
- sem ajuste em 2024 (mantido)
- 9% em janeiro de 2025 (mantido)
- + 5% em abril de 2026 (adiantado de maio para abril); Isso é
- + 4% por “passo” (nível de carreira) em 2025 e 4,1% em 2026 (aumento de 0,2 pontos percentuais).
A contraproposta também aumentou os benefícios de vale-alimentação (+118%), creche (+51%) e saúde (+51%). Segundo os dirigentes sindicais presentes nas negociações, a postura do governo foi aberta ao diálogo.
“O governo não chegou hoje à mesa com arrogância, chegou com a calma de quem quis falar connosco. Teve paciência para ouvir como a proposta poderia ser melhorada”, disse David Lobão, coordenador geral do Sinasefe.
Melhorias na carreira
O governo também apresentou mudanças no plano de carreira desses profissionais, o que era uma das principais reivindicações da categoria. A nova proposta reduziu o tempo para atingir o nível mais alto em 4 anos e meio.
Incluiu o QI (Incentivos à Qualificação), ajuste dado à medida que o profissional avança na qualificação acadêmica, e progressão acelerada na carreira por meio de treinamentos, que é um mecanismo semelhante, mas que considera cursos profissionalizantes.
“Um funcionário que concluir um curso a cada 5 anos poderá avançar um nível acima daquele que estaria de outra forma. Então em vez de terminar a carreira em 18 anos, ele vai terminar em 15 anos”, disse Grazielle Felício, integrante do Sinasefe.
O MEC (Ministério da Educação) também criará um grupo de trabalho para analisar o RSC (Reconhecimento de Conhecimentos e Competências), que trata de uma proposta do Sinasefe para que servidores técnicos tenham acesso ao reajuste do QI sem ter o referido título .
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